sexta-feira, 20 de novembro de 2009.

  • O amargo do arrependimento.

Por que a maior parte das pessoas esperam que algo maior aconteça, ou esperam a chegada de um novo ano pra fazer as mudanças necessárias em sua vida?
Por que temos que passar por um grande choque ou medo, para ver que velhos hábitos devem ser mudados, para evitar assim maiores arrependimentos.
Por que? Por que? Por que?
Tenho tantos porquês, tanta falta de resposta.

Se eu pudesse, somente hoje, só dessa vez eu voltaria atrás em tantas coisas. Deletaria algumas partes, mudaria outras, e não viveria algumas.
A dor do arrependimento e da culpa corrói na alma. No peito. Bem lá no fundo, onde a única coisa que consegue alcançar é sua própria consciência.
É escuro. Frio. Triste e muito sozinho.
Não existe consolo. Só vergonha!
Uma vergonha muito grande.

E a vontade que se tem, é de simplesmente ficar deitado no quarto escuro e frio.
Sozinho. Somente você e sua culpa.



Por Loira ainda em Fuga | 11:45 |






segunda-feira, 16 de novembro de 2009.

  • Dúvidas e incerteza!

Eu posso não saber o que eu quero.

Mas tenho certeza daquilo que NÃO quero. E sei que quero muito mais do que isso que tenho agora.

É só isso.



Por Loira ainda em Fuga | 12:16 |






quinta-feira, 15 de outubro de 2009.

  • F O D A - S E

Sabe aquele botãozinho mágico? O FODA-SE???
Então.
Tudo fica tão mais claro e mais fácil quando você o aperta. Coisas tão idiotas que você pensava ter tanto sentido, já não fazem mais parte da sua seleta cabecinha. Coisas e pessoas.
O ser humano tem um grande defeito. De se levar tudo pro lado pessoal, e com essa tecla mágica eu aprendi que o mundo pode estar acabando ao meu redor, que eu só coloco meus fones de ouvido e ligo o foda-se. De preferência com música bem alta, mas bem alta mesmo.
Sou tão mais feliz agora!
E pretendo continuar assim pra sempre. Simplesmente ignorando aquilo que não me diz respeito ou que não fará a mínima diferença.

Ser livre é uma liberdade!



Por Loira ainda em Fuga | 16:36 |






terça-feira, 22 de setembro de 2009.

  • Vendendo conselhos

*Se arrependa do que não fez, e não do que fez. Você evita grandes cicatrizes.
*Ninguém nunca mudará por você.
*Não mude por ninguém também.
*Nada é pra sempre!
*Acredite! Acredite! Acredite! Sempre.
*Seja egoísta, pense muito em você. Mas seja sensato, lembre-se que o quê você faz pode mexer com muita gente.
*Leve uma vida leve.
*O fim de qualquer coisa sempre vai ser um pouco [ou muito] triste.
*Não se justifique. Para os amigos você não precisa, e os inimigos nunca vão acreditar.
*Faça diariamente algo que gosta muito, mesmo que seja só sexo.
*Nunca perca a oportunidade de dizer o quanto as pessoas são especiais.
*Seja gentil. Por maior que seja seus problemas, ninguém tem nada a ver com eles.
*Ria, ria muito. E fique perto de gente assim.
*Use filtro solar.
*Faça terapia.
*Trabalhe com aquilo que você ama.
*Beije muito na boca.
*Seja feliz só por ser você.



Por Loira ainda em Fuga | 14:54 |






quarta-feira, 16 de setembro de 2009.

  • Ser normal é ser diferente!

Não entendo porque hoje em dia todo mundo quer ser diferente. E qual o problema em ser normal? Gostar de coisas normais? De música normal? De comida normal? De gente normal.
A moda é ser diferente, e tentar provar isso de todas as maneiras possíveis. Como? Usando uma camisa diferente. Ou vendo o que ninguém vê. Ou discordando do óbvio só porque o contrário lhe parece diferente.
Claro que existem pessoas que realmente gostam de coisas diferentes, exóticas. Chega a ser um charme. Mas é um saco pessoas que querem o tempo todo provar que são completamente diferentes do resto dos pobres mortais. NOS pobres mortais. EU, pobre mortal.
Não tenho nenhum talento especial e diferente. Não sei dançar nenhuma música diferente, e pra ser sincera eu mal sei dançar. Não sei cantar. Se eu tenho uma beleza, ela não é exótica e muito menos diferente. Meus gostos são tão normais. Não tenho histórias diferentes pra contar. Adoro feijão com arroz. Minha vida é tão normal, que só não fica chata porque eu gosto dela assim.
Mas tem horas que isso me incomoda. Sinto como se eu não tivesse encontrado meu lugar no mundo. E acho que ainda por um bom tempo, vou me sentir assim. Talvez não só pelos diferentes, mas o mundo todo. E talvez ainda eu precise recriar meu mundo pra encontrar meu lugar.

Mas apesar de tudo isso, eu ainda vou continuar sendo assim, muito normal.
E o que acaba sendo tão banal.



Por Loira ainda em Fuga | 12:19 |






sexta-feira, 14 de agosto de 2009.

  • "Desespero de ver tudo mudar..."

Chega um ponto que você não consegue mais explicar, expor com palavras, nem com gritos, desespero. Só mesmo com lágrimas, um choro apertado. Como se estivesse te rasgando por dentro.
Por mais que tenha barulho, carro, pessoas, vozes, a única coisa que você consegue escutar é a batida forte e pesada do seu coração. Não parece real. Você não se sente presente. A respiração fica difícil, e segurar o choro já é em vão.
A cabeça gira quando você pensa. Talvez um drogado se sinta assim. Torpor. Dor.
Você daria tudo, tudo, pra não passar de um grande engano ou um sonho de muito mau gosto.
Mas quando o sol te acorda na manhã seguinte, a dor não foi embora. E segurar o choro ainda continua em vão.



Por Loira ainda em Fuga | 10:41 |






quinta-feira, 9 de julho de 2009.


"Muita maquiagem para esconder os buracos de solidão. Muita roupa bonita para esconder a falta de leveza e de certeza do meu caminho..."



Por Loira ainda em Fuga | 15:42 |